Eu me pego pensando nessa questão por muitas vezes. Pra mim, isso ainda é muito confuso!
Pesquisei um pouquinhos sobre feminismo e achei coisas interessantes no wikipedia. O feminismo teria tido 3 grandes ondas. A primeira onda tinha o foco originalmente na promoção da igualdade nos direitos contratuais e de propriedade para homens e mulheres, e na oposição de casamentos arranjados e da propriedade de mulheres casadas (e seus filhos) por seus maridos. No entanto, no fim do século XIX, o ativismo passou a se focar principalmente na conquista de poder político, especialmente o direito ao sufrágio (direito ou a execução do direito de votar) por parte das mulheres.
As feministas de segunda onda viam as desigualdades culturais e políticas das mulheres como ligadas inexoravelmente, e encorajavam ativamente as mulheres a compreenderem aspectos de suas vidas pessoais como sendo profundamente politizados, e refletindo as estruturas de poder sexista.
Já a terceira apresenta debates internos. O chamado feminismo da diferença defende que há importantes diferenças entre os sexos, enquanto outras vertentes creem não haver diferenças inerentes entre homens e mulheres, defendendo que os papéis atribuídos a cada gênero seriam socialmente condicionados.
Há ainda o chamado pós-feminismo, mas deixemos esse termo para ser debatido em outra oportunidade.
As consequências do feminismo (segundo o wikipedia) na relação homem-mulher é que ambos tiveram de se adaptar a novas situações. Em alguns momentos específicos ,como na primeira e na segunda guerra mundial, foi necessária a presença da mulher na esfera do trabalho, mas ainda por necessidades econômicas daquele contexto. Posteriormente a mulher passa a absorver, de maneira mais homogênea, as necessidades do mercado de trabalho. A mulher é sobrecarregada pela tripla jornada de trabalho: o trabalho doméstico, o trabalho formal e remunerado e o papel de cuidar dos filhos. Essa nova condição coloca para os relacionamentos tradicionais entre homens e mulheres um questionamento quanto a divisão de funções entre ambos: já que a mulher ocupa também o lugar de provedora, quem cuida dos filhos? quem faz o trabalho doméstico? Em países mais patriarcalistas como o Brasil, ainda que as mulheres tenham somado as atividades da casa e trabalho, há ainda muita dificuldade em se estabelecer uma relação de igualdade no que diz respeito a divisão de tarefas domésticas, inclusive por conta do enraizamento cultural de papéis masculinos e femininos.
Precisamos de soluções! URGENTEMENTE!
Não podemos nos encaixar nos antigos moldes familiares. Porém, escolhemos uma vida familiar que comporta papéis pré-estabelecidos (pai, mãe, filhos vivendo juntos sob um mesmo teto) e que precisam de uma certa hierarquia para poder funcionar de maneira eficiente.
Alguma sugestão???