sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Amor desconcertante...

Mais um gancho do post anterior:

"Procure me amar quando eu menos merecer, pois é quando eu mais preciso."

Essa frase merece várias interpretações. Vou focar aqui na relação pais/filhos.

Criar filhos é algo muito sério e complicado. Você tem nas mãos um livro em branco e tem a tarefa de ajudar o autor a se inspirar para começar a escrever uma história. Se você der um bom começo; o meio e o fim tendem a ser da mesma maneira. Cabe a você dar argumentos sólidos para o autor criar, com confiança e segurança, sua própria história.

Há algum argumento mais forte que o amor incondicional de uma mãe por um filho?

É esse amor desconcertante que é capaz de educar, de encaminhar, de apoiar a conduta moral de um indivíduo em formação.

Não me refiro aqui àquele amor louco, doentio, possessivo que algumas mães nutrem por seus rebentos. Aquele amor permissivo, que forma filhos egoístas, mesquinhos e cruéis.

Faço referência àquele amor da mãe que, ao invés de bater, conversa; ao invés de criticar, discute; ao invés de punir, faz pensar.

O momento que a criança (e me faz refletir também que, no fundo, toda pessoa) mais precisa de apoio e amor é quando erra, quando "não merece". Pois só o amor mais puro e verdadeiro é capaz de libertar a culpa e o peso do erro.

Pensei bastante sobre esse post durante o dia. E me elucidou bastante estar ouvindo as músicas do Padre Fábio de Melo. Não sou católica e nem pertenço a outra religião (acredito em Deus, mas não tenho religião), mas gosto muito de ouvir as palavras sábias na voz doce desse padre. Em especial, duas músicas me chamaram a atenção hoje. Posto aqui os trechos que mexeram comigo:

'O Caderno' é uma metáfora da vida. Quando erros cometidos eram demais eu me recordo que nossa professora nos sugeria que a gente virasse a página. Era um jeito interessante de descobrir a graça que há nos recomeços. Ao virar a página, os erros cometidos deixavam de nos incomodar e a partir deles a gente seguia um pouco mais crescido. O caderno nos ensina que erros não precisam ser fontes de castigos. Erros podem ser fontes de virtudes. Na vida é a mesma coisa: o erro tem que estar a serviço do aprendizado. Nenhum tem que ser fonte de culpas, de vergonhas. Nenhum ser humano pode ser verdadeiramente grande sem que seja capaz de reconhecer os erros que cometeu na vida. Uma coisa é a gente se arrepender do que fez, outra coisa é a gente se sentir culpado. Culpas nos paralisam, arrependimentos não. Eles nos lançam pra frente, nos ajuda a corrigir os erros cometidos. (O Caderno - Toquinho, versão Padre Fábio de Melo)

Te tornas amigo do ladrão só pra lhe roubar o coração (Humano Demais - Padre Fábio de Melo)

E, pergunto de novo, há algo mais poderoso, mais pacificador, mais envolvente e bom de sentir e de despertar do que o AMOR?


quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Mais uma paixão: puericultura

No post anterior eu mencionei o "salto de desenvolvimento". Mas não expliquei do que se tratava.

Esse assunto surgiu quando tive o Pedro. Nossa, ele dava muito trabalho para dormir. Foi quando procurei ajuda no orkut (pode parecer piada, mas existem muitas comunidades sérias no orkut), mais precisamente na comunidade "Soluções para noites sem choro", que é baseada no livro homônio da Dra. Elizabeth Pantley.

Então descobri o termo "salto de desenvolvimento". Aqui vai o resumo:

Os bebês não se desenvolvem em um ritmo constante, e sim às vezes dão uma acelerada, outras vezes fica mais devagar etc. A cronologia abaixo é retirada de um livro em holandês.
O que o livro diz é que no período imediatamente antecedendo os saltos o bebê, de repente, se sente perdido no mundo, pois seu sistema perceptivo e cognitivo mudou (segundo os autores, tudo isso pode ser observado neurologicamente), mas ele ainda não se acostumou, então o mundo parece muito estranho...
O que acaba acontecendo é que ele quer voltar à base, ao que é conhecido, ou seja, A MAMÃE. Então nessas fases eles ficam mais carentes, precisando de colo, e com frequência também comem e dormem pior. E segundo os autores, depois de algumas semanas essa fase difícil passa e tudo volta à normalidade.
Existe uma certa variação entre bebês, mas a cronologia observada (experimentalmente) pelos autores dos peridos de crise é:

 * 5 semanas - 1 mês
 * 8 semanas - quase 2 meses
 * 12 semanas - quase 3 meses
 * 19 semanas - 4 meses e meio
 * 26 semanas - 6 meses
 * 30 semanas - 7 meses
 * 37 semanas -  8 meses e meio
 * 46 semanas - quase 11 meses
 * 55 semanas - quase 13 meses
 * 64 semanas - quase 15 meses
 * 75 semanas - 17 meses

Ainda segundo os autores, depois de uma crise o bebê ‘de repente’ começa a fazer coisas que não fazia antes, dá um salto de desenvolvimento mesmo, e também fica mais feliz. Então durante as crises é soh ter um pouco de paciência, logo passa...

Aqui vai o gráfico, bonitinho, que tirei da comunidade Soluções Para Noites Sem Choro ...

(Clica aí em cima pra aumentar!!!)

 Isso me fez lembrar de uma outra imagem que eu achei linda... Vou postar a imagem, mas isso é assunto pra muitos e muitos posts...



Pois é, vivendo e aprendendo!!! 

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Magoada...

Quando eu era apenas uma adolescente, fazia muitos planos pra minha vida. O grande plano é que eu me formaria aos 22 anos em medicina, com 25 eu já teria feito residência em pediatria e seria uma profissional competente.

Nunca me veio à cabeça casar ou ter filhos. Aliás, eu sempre fui contra as mulheres que tomavam essa atitude. Achava que isso era conservadorismo demais pra mim. Que o mundo estava mudando e mulher que casava pra cuidar de marido ou filhos era retrógrada.

Pois é... aqui eu me vejo pagando a língua!!! Mas.... estou mega feliz!

O título do meu post hoje se refere a um comentário do meu pai. "Carolina, quando é que você vai voltar a trabalhar?"... uai, e eu não trabalho não? Quem é que cuida da alimentação/sono/saúde/higiene de 3 crianças? Quem é que fica preocupada com o marido? Quem é que cuida de uma casa? E isso não é trabalho? Se não é, por que eu fico EXAUSTA no final do dia?

Eu sinto falta sim de um trabalho regular e, principalmente, do "meu" dinheiro. Mas, pesando os prós e os contras, fica muito mais viável (emocionalmente e financeiramente) eu não trabalhar agora...

Eu me lembro que voltei a trabalhar logo que o Pedro fez 6 meses. Em plena introdução de alimentos, em pleno salto de desenvolvimento*. Ele ainda não dormia a noite inteira e eu vivia um caco. Resultado: fiquei estressada, o menino vivia doente, emagreceu... foi uma época muito difícil. Por azar (ou sorte) perdi meu emprego quando ele completou um aninho. Resultado: todo mundo mais feliz (e mais apertado no quesito "grana").

Quando meu filhote fez 2 anos, voltei a trabalhar e logo me vi grávida de novo (parece ironia do destino). Trabalhei até umas semanas antes dos gêmeos nascerem. Foi muito desgastante, pois estava enorme, pesada, pegava 2 ônibus pra ir pro trabalho e mais 2 ônibus pra voltar. Ficava mais ou menos 1h e 40min dentro do busão (às vezes LOTADO) e ainda tinha casa, filho e marido pra cuidar. A rotina era bem pesada e isso (eu acho) contribuiu muito para o parto prematuro dos bebês.

Agora eles estão aqui, lindos e fofinhos, e eu me pegando pensando em COMO eu vou deixar isso tudo pra trás e trabalhar? Quem vai cuidar deles? Quem vai educar? Quem vai me SUBSTITUIR? Será que eu preciso mesmo optar pelo trabalho nessa fase da minha vida?

Ó, dúvida cruel!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Ana Clara e Bernardo: 7 meses

Caramba, como puderam crescer tão rápido assim? Como já podem me deixar com saudades de quando eram pequenos, magrelos e chorões? Como já me deixam com lágrimas nos olhos de emoção por tantas conquistas?

Coisas de mãe... A-M-O!!!


                                    Ana Clara                                       


                 
                                                          Bernardo

 



sábado, 5 de fevereiro de 2011

Pedro começou na escola...

Emoção! Foi lindo ver meu filhote de uniforme e mochila, entrando na salinha do MATERNAL II.

Primeiro dia, escola nova, uniforme, tudo novo... Antes ele ficava em uma creche perto do bairro que eu morava.

Acordamos cedo, tomamos café da manhã, dei um banho bem gostoso e relaxante nele. Coloquei uniforme, lancheira e um tênis novo. Ele estava super empolgado. Chegamos na escola e, surpresa, na sala dele só ele tinha chegado. Então, atenção exclusiva da professora e da auxiliar.

A sala estava linda. Decorada com os personagens de Tigrão e Pooh, que ele adora. Tem uma cama baixinha bem grande com os dizeres "cantinho do sono", em outro local tem um tapetão de EVA, com os dizeres "cantinho das estórias", um aquário grande com um monte de peixinhos, caixas de brinquedos... A escola ainda conta com parque, aulas de música e natação. A-D-O-R-E-I!!!!

O Pedro estava tímido como sempre fica quando chega perto de pessoas desconhecidas. Mas fiquei por lá até ele se sentir confiante, o que não demorou mto tempo... E ficou ainda mais entusiasmado quando começaram a chegar os coleguinhas. Na sala dele tem somente 6 alunos matriculados. Achei ótimo, pois dá pra ter atenção quase que o tempo inteiro!

Enfim, mais uma etapa na vida do meu filhotinho lindo!!!  


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Pensamento do dia...

A realidade sobre homens, mulheres, relações

1- Toda mulher tem pelo menos um homem ao seu pé. Se você não tem um é porque tá mentindo pouco no chat da UOL.

2- Se o seu relacionamento está como “A Fazenda”: você é boazinha e sempre cumpre com suas obrigações, enquanto seu homem vive pegando umas vacas na balada, levando umas galinhas pra casa e mesmo assim nos fins de semana é sempre você que tá na roça, deixe ele tirar o leite sozinho. Acredite, para os homens, ficar sem sexo é pior do que descobrir que só tem fruta pra hora da sobremesa.

3- Músicas sertanejas não foram feitas exclusivamente para vocês. Se o seu relacionamento pode ser descrito por uma música sertaneja, pode ter certeza que a relação não vai durar. Cantores normalmente escrevem suas músicas baseadas em fatos reais e se esses relacionamentos tivessem realmente dado certo, Chitãozinho e Xororó não teria mais de 100 músicas de sucesso.

4- Homens pensam em sexo 90% do tempo, nos outros 10% eles estão pensando em como conseguir sexo.

5- Se nada der certo não arrisque com qualquer um, apele para o chocolate. Chocolate faz com que o cerébro produza as mesmas substâncias que uma pessoa apaixonada produz. Estudos na Inglaterra revelaram que mais da metade das mulheres preferem chocolate do que sexo – provavelmente porque com o chocolate o prazer é garantido.

6- Quando vocês brigarem, não o espere de braços abertos em sua casa. Lá, a única coisa aberta que ele vai querer são suas pernas.

7- Se o cara for comprometido não invista no relacionamento. Não há nada pior do que ser as “frutas cristalizadas” de uma relação. O relacionamento a três é como um Pannetone: o cara é o pão, a namorada a uva-passa, em que, com um pouco de leite, os dois juntos são até aceitáveis. Frutas cristalizadas não! Elas nunca são bem-vindas, só estão ali pra estragar o pão, mais cedo ou mais tarde vão ser tiradas pra fora e o seu destino será, no máximo, o ralinho da pia.
8- Desenvolva intolerância a lactose no melhor estilo Dr. Pet: Sempre que tiver uma vaca perto do seu homem, não deixe barato! Perca a paciência e solte os cachorros pra cima dela.

9- Não faça confusão. Armar o barraco e armar a barraca são coisas totalmente diferentes. E o primeiro é expressamente proibido, a não ser em casos de intolerância a lactose.

10- Mulheres têm cromossomo XX, homens XY e essa é a prova científica de que falta alguma coisa neles, afinal o Y não passa de um X que perdeu uma perninha.

Por Mariana Favoretto
Redação Dona Giraffa

http://www.donagiraffa.com/2011/01/a-realidade-sobre-os-homens-mulheres-e-relacionamentos-um-breve-manual-de-sobrevivencia-do-seculo-xxi.html 

Porque um pouco de humor na vida é TUDIBOM!!!!